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Smart Cities: o futuro das cidades

26.6.2019 por Filipe Augusto Santos

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Já imaginou como serão as cidades daqui a 40 ou 50 anos? Conheça as mudanças que poderão ocorrer no futuro.

Estima-se que metade da população mundial se concentre nas cidades. Com o crescimento exponencial da população e com os avanços da tecnologia, as cidades têm obrigatoriamente de se transformar e de se adaptar. Mas como será concretamente o futuro das cidades?

Afinal, o que é uma "smart city”?

O termo “smart city” teve origem nos anos 90 para descrever o fenómeno de desenvolvimento urbano com base na tecnologia, inovação e globalização. Mais tarde, o termo ganhou uma nova dimensão no âmbito científico, em que as cidades subsistiam de forma autónoma, sustentável e inteligente.

O conceito tem sido alvo de múltiplas alterações e, mais recentemente, já se fala de Big Data, IoT (Internet of Things), Blockchain ou 5G. 

Existem diversas opiniões sobre os elementos que compõem uma cidade para que esta possa ser considerada "smart". Destacam-se os seguintes:

    • Infraestruturas: uma cidade é considerada “smart city” quando dispõe de serviços como a água e a energia aliados a tecnologia inteligente;
    • Mobilidade: em que os sistemas de transporte são potencializados com sistemas de controlo e monitorização em tempo real;
    • Ambiente: referimo-nos ao recurso da tecnologia para desenvolvimento de soluções inteligentes na área da saúde, educação, turismo e segurança;
    • Pessoas: uma cidade que proporciona medidas que potencializam a criatividade e a inovação;
    • Vida: inovação que promove a qualidade de vida no espaço urbano;
    • Economia: tecnologia e inovação associada ao desenvolvimento de negócios, emprego e crescimento urbano.

Existem algumas cidades no mundo que já são consideradas “smart cities”, entre as quais Fujisawa, a cidade mais verde e inteligente do Japão. Situada a 50km de Tóquio, a cidade funciona de forma inteligente e ecológica, com níveis mínimos de consumo de recursos naturais. Fujisawa é alimentada por energia solar, está repleta de bicicletas e veículos elétricos, luzes LED nas ruas, e ainda incentiva financeiramente os cidadãos que reduzam os seus consumos.

Onde estamos e para onde vamos?

Esta é a questão que se coloca. Há uns anos acreditava-se que as cidades iriam ser 100% automatizadas, compostas por hologramas 3D, robots e carros voadores, autónomos e 100% elétricos. Houve, inclusive, um momento em que a Microsoft lançou um vídeo sobre a sua visão do mundo em 2020 e que retratava algumas destas suposições. Bem, estamos em 2019. O mundo está realmente assim?

Atualmente, em Portugal, é possível verificar o aparecimento de semáforos inteligentes, Wi-Fi em espaços e transportes públicos, sistemas de rega que diminuem o desperdício de água, outdoors digitais onde existe a possibilidade de adaptar os conteúdos de comunicação à meteorologia ou às características das pessoas, carros elétricos e, cada vez mais, postos de abastecimento dedicados a estas viaturas.

A Galp, por exemplo, possui a maior rede de pontos de carregamento rápido – 1.500 pontos –, nas principais autoestradas do país, e que se encontra em fase de crescimento, de modo a conseguir responder de forma mais eficiente às necessidades dos utilizadores de viaturas elétricas.

As cidades têm vindo a sofrer algumas alterações, muita coisa mudou ao longo do tempo, mas ainda não estamos onde muitos imaginaram que estaríamos. Resta-nos observar e estar recetivos a novas mudanças.

Afinal, o futuro começa aqui!

Tópicos: Galp, mobilidade urbana, smart cities

Filipe Augusto Santos

Publicado por Filipe Augusto Santos

Apaixonado pelo trabalho, e um verdadeiro entusiasta da cultura automóvel. Para este profissional, fazer todo-o-terreno para fugir à rotina citadina é um must-do! Quando o trabalho de gestor de marketing o permite, contribui para o blog Energy2Drive.

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