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Fórmula E: automobilismo ecológico

18.6.2019 por Filipe Augusto Santos

Fórmula E: automobilismo ecológico

Da Fórmula 1 à Fórmula E(cológica). A mobilidade elétrica também já chegou às competições de automobilismo.

O automobilismo pode desdobrar-se em diversas modalidades e categorias, sendo a Fórmula 1 a mais conhecida e apreciada do mundo. Contudo, em março de 2011 surge um conceito completamente inovador para este setor: a Fórmula E, uma corrida 100% elétrica, inserida em contexto urbano, e que, mais tarde, acabaria por se tornar no primeiro campeonato internacional de monolugares elétricos.

Esta ideia surge num restaurante em Paris, entre vários guardanapos rabiscados pelo atual presidente da FIA, Jean Todt, e do colega Alejandro Agag, que pretendiam demonstrar que a mobilidade ecológica e sustentável poderia chegar às pistas de corrida.

Do papel para as pistas de automobilismo do mundo

A Fórmula E estreou-se em 2014, no Parque Olímpico de Pequim. Atualmente, encontra-se na quinta edição, com a temporada 2018-2019 ainda a decorrer. Teve início em dezembro de 2018, na Arábia Saudita, e terminará em julho deste ano, em Nova Iorque – composta por 13 corridas, em 12 cidades espalhadas por todo o mundo.

O campeonato conta já com 11 equipas, 22 pilotos e 9 construtores, como a Jaguar, a Nissan e a Audi, e tem atraído os mais diversos talentos, fabricantes e marcas mundiais. A Fórmula E apresenta-se como a oportunidade ideal para as grandes marcas e fabricantes testarem e desenvolverem tecnologias inovadoras e soluções de mobilidade ecológica importantes para qualquer condutor.

Na atual temporada, por exemplo, é possível observar um grande marco ecológico. Estreou-se o carro Gen2, que possui o dobro da capacidade energética do modelo anterior (Gen1). Desta forma, os pilotos conseguem percorrer a distância total da corrida, sem necessidade de trocar de veículo a meio da mesma, demonstrando o progresso da mobilidade 100% elétrica. Com 250 kw de potência, este novo modelo consegue atingir uma velocidade máxima de 280km/h, sendo que acelera do 0 aos 100 km/h em apenas 2,8 segundos.

Sustentabilidade sobre rodas

O principal objetivo deste projeto foi demonstrar que a mobilidade pode e deve ser sustentável e, ainda, terminar com os mitos de que os carros elétricos são menos potentes do que os outros. Se assim fosse, não seriam usados no automobilismo, onde potência e velocidade são as palavras de ordem.

Em cada corrida da Fórmula E, o automobilismo reinventa-se, levando a sustentabilidade e a paixão pelas corridas às várias cidades dos 5 Continentes. Inspirar o público a adotar comportamentos mais sustentáveis, principalmente em questões de mobilidade, é outro objetivo do campeonato.

Portugal na Fórmula E

Entre as 11 equipas e os 22 pilotos, encontramos o piloto português António Félix da Costa, de 27 anos, ao volante do novo BMW iFE.18. Foi na equipa BMW i Andretti Motorsport e na quinta temporada da Fórmula E que se estreou, já tendo conquistado o 3.º lugar da classificação. No total, já foram 49 corridas, 2 vitórias e 4 pódios, sendo um dos pilotos mais experientes do campeonato.

Tópicos: Galp, automobilismo ecológico, Fórmula E, mobilidade elétrica

Filipe Augusto Santos

Publicado por Filipe Augusto Santos

Apaixonado pelo trabalho, e um verdadeiro entusiasta da cultura automóvel. Para este profissional, fazer todo-o-terreno para fugir à rotina citadina é um must-do! Quando o trabalho de gestor de marketing o permite, contribui para o blog Energy2Drive.

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